domingo, 24 de abril de 2011

Mudanças nas empresas, transformações na vida...



MUDANÇAS são possibilidades para ABRIR
NOVAS JANELAS de OPORTUNIDADES.

A vida é uma constante evolução. Aceitando ou não as mudanças, elas estarão sempre presentes em nosso dia a dia. São elas que promovem o nosso aprendizado e crescimento. Exercitar a habilidade de pensar e agir diferente do padrão atual, é que nos torna mais flexíveis, com alta capacidade de adaptação e consequentemente seres humanos mais felizes e realizados.
Em uma época de grandes mudanças no perfil comportamental das pessoas, nas diferentes formas de se relacionar e de fazer negócios, é importante libertar-se das amarras do “eu já sei como se faz” para “será que posso fazer o que sempre fiz, de forma diferente e mais atrativa”?

A transformação é um processo de aceitação da mudança provocada pelo inconformismo da mesmice, da busca constante pelo novo, do desafio de gerar novos e melhores resultados.

A INOVAÇÃO acontece somente quando aceitamos a MUDANÇA como elemento essencial para abrir NOVAS JANELAS de OPORTUNIDADES.

São sempre temas de debates e estudos de caso, as empresas que têm como prática diária o estímulo do pensamento questionador de todos os seus colaboradores, começando pela inquietação de seu corpo diretivo que, além de servir como exemplo corporativo, promove um ambiente criativo e inovador em toda a organização.
Esse é um dos primeiros passos para uma empresa direcionar o seu foco para o futuro. Não para um futuro longínquo, onde as ideias e pensamentos se tornam quase uma utopia, algo distante da realização.

O futuro tem que ser plausível de realização, senão ele não passa de planos e mais planos que nunca saem do papel. Diga-se de passagem, que devem ter muitas empresas que estão com suas gavetas cheias de planos acumulados pelos seus líderes que os engavetaram pensando em revisitá-los em outro momento, mas que, provavelmente, nunca acontecerá.

O planejamento é sem dúvida importante, mas é a sua realização que move as empresas e consolida resultados. O crescimento pessoal ou profissional está diretamente relacionado à capacidade que as pessoas têm de se renovar, de se reinventar e de transformar seus padrões ultrapassados em novas atitudes alinhadas com o tempo atual, em busca de novas soluções mais consistentes e inovadoras.

O desafio não é preparar-se para a mudança.
É torná-la parte intrínseca da nossa existência.

É tempo de renovação, de transformação...
Que o poder dessas duas palavrinhas esteja sempre presente em sua vida.



Esse é o desejo da Família Bloco que procura investir, constantemente, na renovação e transformação da vida.
Nada é para sempre... Tudo muda o tempo todo...

Então, cada dia é uma nova oportunidade para reconquistar tudo o que um dia já foi conquistado.


Nada como a Páscoa para representar tão  fortemente o espírito da renovação. 

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quarta-feira, 6 de abril de 2011

Histórias de Família: passaporte para ser admitido nas empresas.



“As pessoas são contratadas pelas suas habilidades técnicas,
mas são demitidas pelo seu comportamento atitudinal.”
Essa é uma frase que cada vez mais ouvimos falar no ambiente profissional.
É muito mais fácil para uma pessoa que não tem determinado conhecimento técnico fazer um curso e em seguida colocar em prática o que aprendeu, do que a outra que precisa mudar comportamentos. Esse é um desafio que exige um olhar reflexivo para o interior de si mesmo. O processo de mudança não é simples, mas está ao alcance de todos. Ele está, analogicamente, “nas mãos” de cada um de nós:



O nosso COMPORTAMENTO tem a ver com a forma como fomos educados, com as nossas referências de certo e errado, com o significado que damos para palavras como respeito - pessoas - relacionamento, com os paradigmas adquiridos ao longo dos anos... Tem a ver com a NOSSA HISTÓRIA de vida.

Enquanto o comportamento é traduzido pelo que fazemos,
o caráter define o que somos.



Considerando basicamente dois aspectos: que a essência das pessoas vem da sua história de vida, e que geralmente as pessoas acabam sendo demitidas das empresas em função de suas atitudes e comportamentos e não de suas habilidades técnicas, é que eu questiono...
As metodologias utilizadas nos processos de contratação são adequadas
e eficientes para os dias atuais? Qual é o seu grau efetivo de contribuição?


E se os PROCESSOS DE SELEÇÃO disponibilizassem um tempo
para conhecer, de fato, a HISTÓRIA DE VIDA do candidato?





As empresas precisam se adaptar a nova realidade de comportamento das pessoas, a evolução do mercado, a configuração dos novos negócios, a forma de se relacionar e de se conectar com as pessoas, sejam elas o seu público interno ou externo.
Conhecer a “visão de mundo” de cada colaborador, entender como ele percebe a sua vida, a família, a empresa, a área, os colegas...
As pessoas atuam nas empresas a partir da visão de mundo que elas têm. Isso significa que o desempenho de suas atividades, os seus relacionamentos interpessoais, suas percepções de ética e valores e sua habilidade de encontrar soluções, são resultados dos fragmentos da sua HISTÓRIA DE VIDA e da sua capacidade de fazer conexões com outras realidades. Uma boa dica é a gente investir, continuamente, na ampliação da nossa visão de mundo.
Uma empresa só muda se as pessoas mudarem. E as pessoas só mudam se elas mudarem o seu padrão de pensamento e as suas atitudes.
“Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas, que já tem a forma do nosso corpo, e esquecer os nossos caminhos que nos levam sempre aos mesmos lugares. É o tempo da travessia: e, se não ousarmos fazê-la, teremos ficado, para sempre, à margem de nós mesmos.”
Fernando Pessoa

Será que não está passando da hora das corporações repensarem um novo modelo de avaliação dos seus candidatos a futuros profissionais de seus negócios?
Além as informações registradas no currículo, a HISTÓRIA DE VIDA do candidato poderia ser o seu passaporte para ser admitido nas empresas?
Fica aqui uma reflexão para todos nós, mas principalmente, para os gestores das empresas e das agências de recrutamento.
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Fragmentos da história de vida das nossas FLORZINHAS.

Desde o momento em que eu e meu marido resolvemos ter filhos decidimos que teríamos apenas duas crianças, independente do sexo. Decidimos também que elas seriam educadas com amor, carinho e respeito, e que o nosso grande desafio seria formar pessoas de “alma boa” e acima de tudo... Felizes!
Alguns exemplos da nossa maneira de ser com nossas kidetinhas, desde a fase em que elas eram pititicas e andavam como “patinhos”. São vários os conceitos e valores praticados: compartilhar, criar soluções sob pressão, respeito pelas pessoas, assumir os erros, planejamento, organização, relacionamento interpessoal, flexibilidade, reconhecimento...



Compartilhar: Dani - a nossa filhotinha mais velha, nunca saboreou o gostinho de ser filha única. O nosso receio dela se tornar egoísta e individualista era tão grande, que antes de sua irmãzinha nascer, ela era incentivada a compartilhar, tudo o que ganhava com o seu melhor amiguinho peludo - o nosso cachorrinho Pitu. Quando Mimi nasceu, ela não teve nenhum “xilique”, ciúmes ou qualquer outro tipo de problema.

Sob pressão: quando as nossas Florzinhas começavam a nos enrolar para realizar alguma atividade rotineira como por exemplo tomar banho, depois de muita paciência a gente "apelava" e dizia: vou contar até três! Aí, não dava outra... Elas já sabendo que haviam extrapolado o tempo normal de enrolação, deixavam a preguiça de lado e no vapt vupt, resolviam rapidinho, o que poderiam ter feito com mais tranquilidade.

Respeito pelas pessoas: sempre questionamos quando ouvimos pais dizendo aos filhos que eles precisavam respeitar os mais velhos. Dani e Mimi foram orientadas a respeitarem as pessoas pelo ser humano que são, e não apenas porque são mais velhos. Os mais novos também precisam e merecem ser respeitados.

Assumir os erros: Quando um de nós ficava bravo com as meninas por alguma coisa que não justificava essa postura, lá vinha o nosso pedido de desculpas. É dessa forma que agimos desde quando elas tinham entre 2 e 4 anos. Toda atitude inadequada merece a humildade de quem a praticou, reconhecendo o seu erro, independente da idade e da sua posição hierárquica familiar. Se o pai ou a mãe errou, deve se desculpar com seus filhos, sejam eles crianças ou adultos.

Planejamento e organização: Dani e Mimi iniciaram o aprendizado de “como arrumar uma mala para viagem” quando estavam com 5 e 3 anos. Explicava quantos dias ficaríamos fora, se o clima estaria quente ou frio e quantas roupinhas, em média, elas usariam em cada dia, dependendo da programação das atividades previstas para a nossa viagem. Orientava-as para separar e colocar em cima da cama as roupinhas que gostariam de levar. Depois de uma avaliação geral a gente selecionava o que de fato iria para dentro da mala. Esse era o combinado.
Depois de um tempo eu retornava ao quarto para ver como tinham se saído nesse novo desafio e aff... Quase caia dura pra trás quando eu via praticamente todas as roupas do armário, dobradinhas em cima da cama.
No começo, o trabalho era muito maior do que se eu mesma fizesse as malas. Mas como elas iriam aprender se não praticassem?
Com paciência, amor, carinho, respeito e compromisso com a formação dos nossos filhos, é possível educá-los para serem cidadãos conscientes, éticos, felizes e “do bem”.

"Invista na construção da HISTÓRIA DE VIDA de seus filhos para que no futuro ela possa ser o passaporte para ele assumir novos desafios profissionais e pessoais."

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quinta-feira, 31 de março de 2011

Hora do Cafezinho: estimula fofoca ou relacionamento?


O CAFEZINHO quando compartilhado e saboreado por um grupo de pessoas TEM PODER!
Mas são as SUAS ATITUDES que irão dar o SABOR...
Quando se trata de reunir um grupo de pessoas para um bate papo, todo bom brasileiro sempre dá um jeitinho de garantir que esse encontro seja regado a “comes e bebes”. Com a correria da vida, é muito mais prático marcar um almoço ou jantar em algum restaurante simpático e agradável, do que elaborar todos os preparativos em casa.
O fato é que desejamos sim estar com os amigos, mas não queremos colecionar mais horinhas extras de trabalho. A não ser que elas façam parte da programação, como é a proposta do conceito de um novo espaço que está caindo no gosto das pessoas - o “espaço gourmet” nas residências, onde amigos se reúnem para preparar alguns pratos entre conversa, tempero e mão na massa.
Esse é um espaço que em pouco tempo esperamos inaugurar em casa. Mas, enquanto isso...
Descobrimos um jeitinho especial para estar com os amigos e
fortalecer o relacionamento de uma maneira bem descontraída.
O primeiro ponto considerado, é que somos uma família um tanto quanto caseira que gosta de curtir bons momentos com os amigos, compartilhar ideias, dar boas gargalhadas... Ter tempo para sonhar juntos. E o segundo é que, mesmo com a vida agitada e cheia de compromissos, quem não consegue um espaçozinho na agenda para tomar um cafezinho? Partindo desse princípio, criamos o “Café com a Família Bloco” que é a forma que encontramos para fortalecer nossos laços de amizade.
Toda semana recebemos alguns amigos em casa para saborear um delicioso café da tarde e curtir momentos recheados de boas conversas, risadas e sonhos compartilhados em um ambiente alegre e familiar. São sempre pequenos grupo para possibilitar um relacionamento mais estreito.
É incrível o poder que tem esse nosso cafezinho!!!
Ao final do nosso encontro, a sensação de ter passado bons momentos com pessoas especiais e que a gente ama, não tem preço.  Fica sempre um gostinho de “quero mais”.

E onde entra o cafezinho nas empresas?
Quando decidimos fazer uma pausa para tomar um cafezinho, parece que o cansaço e o estresse ficam grudados na cadeira enquanto a pessoa, já com um astral mais leve, se dirige para a cantina, a cozinha ou para qualquer outro espaço que permita o seu encontro com os colegas. É o merecido e bem-vindo break no trabalho.Essa paradinha estratégica beneficia os neurônios, músculos e promove um bem estar pessoal. É um momento para relaxar, descontrair, recarregar as energias e, principalmente, estreitar relacionamentos.


Quantas conversas, boatos, fofocas e novidades rolam nesse lugar!
Claro que o gosto pela fofoca depende das pessoas e de suas atitudes.
Um encontro no cafezinho pode se transformar num “motim”. Mas se a empresa tiver um bom fluxo de comunicação interna, menor será o impacto dessas fofocas que abastecem a “rádio peão” e que tanto contaminam o clima organizacional. Nada como viver em um ambiente confiável, transparente e amistoso. Um lugar onde as pessoas compartilham um sentimento de “pertença”.
A hora do cafezinho nas empresas é uma boa oportunidade para ampliar networking, fortalecer relacionamentos, discutir novas ideias... Esse deveria ser um momento social.
Se o cafezinho tem tanto PODER, transforme-o em seu aliado e decida qual o sabor que você quer dar a ele. É a sua atitude que fará toda a diferença.
E aí, aceita um cafezinho?
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domingo, 20 de março de 2011

Redes Sociais. Mais do que relacionamento é preciso oferecer o ombro amigo.


O objetivo nas redes sociais não deveria ser a quantidade de followers,
mas sim a qualidade do relacionamento com eles.
Em tempo de redes sociais, mais do que estar conectado é preciso ter a capacidade de conhecer e interagir com as pessoas.
Este post é uma reflexão sobre um texto que li de Sílvio Belbute - Redes Sociais e o Mercadinho de bairro. Trecho do texto: Apenas esqueceram um detalhe: a interação. Este “público” quer muito mais que apenas receber informação e “propaganda”. Quer diálogo, conversa, interação, deseja intervir nos processos e se possível nos produtos e serviços.
Desde que eu me entendo por gente, ouço esse papo de relacionamento.
Nasci em uma família feliz, entre um italiano (Santangelo) e uma brasileira (Garcia Ferreira) com descendência portuguesa... Com certeza.
(não pude me conter)

Papai italiano de Gibellina na Sicília e mamãe mato-grossense de Paranaíba.
Apesar da fama de siciliano ser mafioso e mato-grossense bravo e acreditar no “olho por olho, dente por dente”, o que nunca faltou em casa foi amor, carinho, união, alegria e principalmente muito respeito entre todos nós. Não era uma regra ser assim, esse sempre foi o nosso modo de viver.
Por isso, naturalmente essa forma de lidar com as pessoas foi transferida também para os Clientes da Padaria São Judas Tadeu em São José do Rio Preto-SP, que o meu pai montou logo que chegou da Itália, nos anos 50. Casou-se com mamãe e os dois sempre comentavam que um dia teriam a maior e melhor padaria da cidade... E tiveram.
Brinde: Miniaturas de xícaras de café
Mas o ponto desta conversa não é a história de vida deles, que também vale a pena ser compartilhada, mas onde a padaria entra nesse contexto de relacionamento nas redes sociais.
Os clientes sempre foram considerados os bens mais importantes do “negócio padaria”. Meus pais conheciam todos os seus “fregueses”, que eram muito mais do que Clientes... Eram seus amigos da padaria. Conhecia o comportamento de compra de cada um: aquele que era fanático por sonhos recheados de creme amarelo com muito recheio, outro com pouco recheio, o que gostava do pão branquinho, enquanto outro do pão torradinho, aquele que curtia um bom papo ao pé do caixa. Tinha também o que era maluco por broas de amendoim, deliciosas e únicas na cidade, eram feitas apenas em dois dias na semana e que, coincidentemente, não eram os melhores dias para esse Cliente...
Sabe o que meus pais faziam? Separavam algumas broas para assá-las nos dias em que esse Cliente ia até a padaria, selecionavam os sonhos com mais recheio para os que gostavam, ofereciam o ombro amigo aqueles que precisavam. Eles atendiam cada um como se fosse o único Cliente da padaria.
Com toda essa informação e conhecimento dos Clientes, era inconcebível ficar indiferente diante disso. Por ouvi-los acabaram criando novos produtos. O respeito, amizade e atenção aos detalhes conquistaram toda a Clientela que passou a indicar a padaria para seus amigos. Pode-se dizer que eles não recebiam a propaganda... Eles eram a propaganda.
Transportando essa época para os dias atuais de redes sociais digitais, eles transformavam a comunicação em uma ação viral. Criavam um “burburinho” em torno da marca da padaria.
A quantidade de “Clientes followers” de uma empresa deveria ser conseqüência de um bom relacionamento e não a sua prioridade.  Essa é uma reflexão válida também para as pessoas físicas que têm twitter e buscam quantidade e não qualidade com os seus followers.
Para conquistar Clientes é preciso respeitar, conhecer, dialogar e interagir de forma individual.
É dar atenção além do que se espera.
Mais do que relacionar-se, é preciso oferecer o ombro amigo.

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Todas as palavras “Cliente” do texto iniciam em cx.a. (letra maiúscula) porque era exatamente assim, grande e especial, que as pessoas se sentiam quando entravam na Padaria São Judas Tadeu, nos anos 50, 60 e meados de 70.
Se você quiser conhecer, na íntegra, o texto “Redes Sociais e o Mercadinho de bairro”, acesse o link: http://migre.me/458We
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domingo, 20 de fevereiro de 2011

Deixe a sua marca na vida das pessoas.

A matéria abaixo descreve uma ação de um brasileiro que morou em Barcelona e ao se despedir da cidade, criou um momento a ser lembrado com emoção. É algo que leva as pessoas a pensarem: Por que não pensei nisso antes? Ou melhor... Um dia ainda farei algo do tipo.
A Família Bloco valoriza atitude dessa natureza, capaz de colocar um sorriso no rosto das pessoas, de fazer com que elas, por um instante, sintam-se especiais e únicas, de mexer com o imaginário, de levar experiências para pessoas que não conhecemos pelo simples prazer de compartilhar a nossa alegria e desejar o mesmo a todos.
Sobre esta ação inusitada existem controvérsias. E é claro que cada um pensa e fala o que quer. “Autopromoção ou altruísmo?” “Verdade ou mentira?”
Seja qual foi a verdadeira razão do brasileiro Lucas Jatobá ter planejado esta ação, o que importa é que ela causa um impacto extremamente positivo em nossas emoções, mesmo para quem assiste a cena apenas pela internet. E isso é fato!
Então por que não aceitar esse sentimento bom que nos faz perceber que a vida pode ser simples e prazerosa se a gente souber curtir cada pequeno momento bom e transformá-lo em um grande benefício para o nosso bem estar?
“Mais do que simplesmente comunicar, é preciso falar à alma.
É preciso tocar o coração das pessoas.”
Aproveite cada momento de sua vida ao invés de procurar “segundas intenções” nesta ou naquela ação subestimando o seu valor ou simplesmente por não acreditar que existem pessoas capazes de demonstrar seus sentimentos com alegria no coração. Procure ser feliz e estar de bem com a vida a maior parte de seu tempo.
Penso que esta ação só pode ter vindo de uma pessoa iluminada, que tem a felicidade dentro de seu coração e humildade suficiente para expor as suas emoções a uma multidão sem pedir nada em troca. Lucas, parabéns pela forma inovadora e emocionante de marcar a sua despedida de Barcelona.
Abraços da Família Bloco.
Matéria extraída do site http://migre.me/3UucT 

O brasileiro Lucas Jatobá viveu três anos em Barcelona, litoral da Espanha, e está de mudança para Sidney, Austrália. Mas antes, ele quis se despedir da cidade de uma maneira especial, diferente. E foi isso o que ele fez. A música é Change The World, cantada por Jessica Allossery. Lucas teve a ajuda de um site de turismo espanhol com 250 tickets para o teatro, que ele colocou nos balões de gás com a mensagem que você lê no vídeo. Se não souber inglês ou espanhol, tem a tradução logo abaixo.



Olá,

Você não me conhece
eu também não te conheço
mas isso pouco importa.

O importante é que
fui muito, muito feliz
nos três anos que vivi em Barcelona
e a forma que encontrei de agradecer
à cidade foi soltar
um monte de balões
com entradas
para uma obra de teatro.

Assim conseguirei
que pessoas como você
possam se divertir tanto
quanto eu me diverti
infinitas vezes
nessa cidade maravilhosa.

Acredito em um mundo mais altruísta
onde as pessoas olhem menos
seu próprio umbigo
e se preocupem mais
com a felicidade de todos,
não só de familiares
e amigos.

Um mundo com mais
amizade e respeito,
que pode começar hoje
se todos dermos algo
sem esperar nada em troca.

Espero que aproveite
seu presente.

Até sempre,
Lucas


Contatos:
Lucas - Site: http://www.lucasjatoba.com/

Empresa que ajudou Lucas a operacionalizar esta ação: http://www.atrapalo.com/
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domingo, 13 de fevereiro de 2011

Amor e carinho a quatro patas.

Um trecho perfeito do livro/filme "Marley & Eu"

"Para um cão, você não precisa de carrões, de grandes casas ou roupas de marca. Símbolos de status não significam nada para ele. Um graveto já está ótimo. Um cachorro não se importa se você é rico ou pobre, inteligente ou idiota, esperto ou burro. Um cão não julga os outros por sua cor, credo ou classe, mas por quem são por dentro. Dê seu coração a ele, e ele lhe dará o dele. É realmente muito simples, mas, mesmo assim, nós humanos, tão mais sábios e sofisticados, sempre tivemos problemas para descobrir o que realmente importa. De quantas pessoas você pode falar isso? Quantas pessoas fazem você se sentir raro, puro e especial? Quantas pessoas fazem você se sentir extraordinário?" 



Quando eu nasci já existia cachorro em casa e assim foi durante toda a minha vida de solteira. Depois de casada e três meses antes do nascimento da nossa primeira Florzinha Danielle, levamos para casa nosso primeiro cachorrinho: o Pitu, um "pequinês vira-lata" que era um verdadeiro “monsieur” (senhor em francês).
Nos dois anos e cinco meses em que Danielle foi filha única, nunca a deixamos assumir esse reinado, porque tínhamos receio dela se tornar uma garotinha egoísta e mimada. Dessa forma, até a Michelle nascer, ela dividia todos os brinquedos e tudo o que ganhava com o Pitu. Foi a melhor decisão que tomamos, porque quando sua irmãzinha Michelle nasceu, ela não teve nenhuma crise de ciúmes ou rejeição pela irmã. Pelo contrário, falava para todos que ela era a "sua Michellinha".
O Pitu foi um grande companheiro na vida de nossas filhas por quatorze anos com muitas brincadeiras, carinho e cumplicidade. Ele contribuiu, substancialmente, com o desenvolvimento das meninas, que aprenderam desde pequenas a respeitar, alimentar, cuidar e dar carinho aos animaizinhos.
Não existe essa de criança machucar um animalzinho, porque ainda é pequena e não sabe o que faz. Como assim??? Criança é inteligente e faz parte do seu desenvolvimento testar os adultos o tempo todo para saber até onde pode chegar ou o que pode fazer.
É assim que a criança vai assimilando os valores e formando a sua personalidade e caráter. É onde começa a entender a diferença do “certo e do errado” e, mesmo que estes conceitos ainda sejam confusos em determinados momentos, toda criança nasce com sentimentos, sejam eles de alegria, de dor, de carinho, de medo... Dessa forma ela entende sim como um animalzinho pode sentir-se quando alguém o machuca.
É aí que entra o trabalho dos pais, que devem orientar os seus filhos desde pequenos para que se tornem adultos seguros e emocionalmente tranqüilos e felizes.
A partir do instante que pensamos em ter um filho, inicia-se um ciclo sem fim de responsabilidade com esse serzinho. Essa é uma decisão que mudará para sempre a nossa vida. Da mesma forma quando decidimos cuidar de um cachorrinho. Temos que saber que a vida desse serzinho dependerá dos nossos cuidados e carinhos.
Assim como nós, eles crescem, envelhecem, adoecem e perdem a energia de quando eram filhotes. Mas jamais perdem o carinho, a gratidão e o amor incondicional que sempre tiveram por nós. Só quem tem um animalzinho entende os sentimentos que estão por trás dessa relação homem-bicho.
Aos nossos peludinhos, Pitu e Beauty que sempre estarão presentes em nossa vida e Nina, a nossa cabeludinha e companheira atual, saibam que cada um de vocês contribuiu para nos tornar pessoas melhores e mais humanas. Obrigada por nos aceitarem com as nossas qualidades, mas principalmente com todos os nossos defeitos, sem nenhuma cobrança.


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sábado, 12 de fevereiro de 2011

Queridas irmãs: juntas formamos as 5 "inas".

AMOR - CARINHO - UNIÃO - ALEGRIA - RESPEITO

Palavras sempre presentes em meu coração,
quando o assunto são vocês, minhas queridas irmãs. Eu amo muito, muito vocês.
Tenho orgulho em dizer que juntas, formamos as 5 inas.


Desde pequenas, as pessoas sempre se referiam a nós como as "5 inas" ou as "meninas da padaria".
Quando alguém falava uma dessas duas expressões, nenhuma mãe de nossos amigos tinha dúvidas se deixava ou não os seus filhos saírem conosco.
Parecia que essa era a "senha de segurança"... Era a certeza de que todos estariam em boa companhia. Tempinho bom, que foi essencial para a construção do nosso caráter.
Temos sorte de ter uma família maravilhosa, porque família a gente não escolhe... nasce e cresce dentro dela.
Se eu tivesse a oportunidade de escolher a minha família, não tenho dúvidas de que escolheria a "Família Santangelo". Não quero desmerecer nenhuma outra família, mas a nossa a gente conhece e sabe que a qualquer momento que precisar, é só olhar para os lados para perceber que nunca estivemos só.



Amo a nossa família.
Beijos com carinho em cada "Ina", incluindo a Baixinha, Naniquinha ou Mãezinha que, coincidentemente, também carrega a marca "ina" em seu nome.
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