quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Você tem 365 oportunidades para viver intensamente. Viva 2011!



“Mais um ano se foi...”
Que bom seria se essa expressão representasse a garantia do “dever cumprido” e da satisfação por realmente ter vivido ao máximo todas as oportunidades que se apresentaram ao ano que termina. Infelizmente, nem sempre é assim...

Uns dizem alegres “mais um ano se foi”, porque olham para trás e percebem quantas conquistas tiveram. Outros aflitos querem mais que o ano termina para esquecerem as oportunidades perdidas. Nessa hora os sentimentos se divergem, eles são resultados do quanto cada um investiu em sua vida ao longo do ano.

Os sentimentos variam muito de pessoa para pessoa. Eles não escolhem e nem tem preferência por um único tipo de biofísico.
Aliás, sentimentos não escolhem ninguém. São as pessoas que decidem como elas querem viver, qual o caminho a ser percorrido, quem fará parte dessa jornada e, a partir dessas escolhas e da maneira como cada pessoa percebe a vida, é que os sentimentos vão se moldando e solidificando ao estilo de cada um.

A vida não é um algo que a gente encontra disponível nas prateleiras de uma loja como se fosse um produto em exposição. Ela é um “conceito”, uma oportunidade única que não deve ser desprezada por ninguém. O grande desafio é saber como transformar um “conceito” num estilo de vida de realizações e transformações.
São as pessoas que definem se querem ou não ser felizes.

Tem gente que vai com tanta sede ao pote que acaba se afogando por querer consumir a vida de uma única vez.
Outras demoram tanto a perceber as oportunidades que se apresentam e quando acordam para a vida, percebem um caminho marcado pelas possibilidades perdidas, como se fossem frutas apodrecidas espalhadas pelo chão, por não terem tido ninguém que as colhessem no tempo certo para saboreá-las.
Existem também aquelas pessoas que querem tudo para ontem, que não conseguem esperar o tempo da colheita e com isso não conseguem desfrutar da beleza e perfume das flores.
Mas existem também aquelas que vivem intensamente cada momento, aproveitando e criando oportunidades a cada dia. São pessoas mais felizes, realizadas, que reconhecem o valor de uma amizade e entendem que a vida é preciosa para não vivê-la intensamente.

E você, já pensou que tipo de pessoa que se identifica mais?
Você tem 365 dias de oportunidades. Quais são os seus sonhos para 2011? E o que você se propõe a fazer para realizar cada um deles?


Aproveite os pequenos momentos de sua vida para que eles te fortaleçam e possam promover mudanças positivas em sua vida. Todo instante é uma oportunidade de aprendizado, de crescimento, de amadurecimento.
Viva a vida intensamente.

Recebi de um amigo este texto de Pablo Neruda que compartilho com você.  

Morre lentamente...
Quem não viaja, quem não lê, quem não ouve música,
quem destrói o seu amor próprio,
quem não se deixa ajudar.
Morre lentamente...
Quem se transforma escravo do hábito, repetindo todos os dias o mesmo trajeto,
quem não muda as marcas no supermercado,
não arrisca vestir uma cor nova, não conversa com que não conhece.
Morre lentamente...
Quem evita uma paixão,
quem prefere o "preto no branco" e os "pingos nos is" a um turbilhão de emoções indomáveis,
justamente as que resgatam brilho nos olhos,
sorrisos e soluços, coração aos tropeços, sentimentos.
Morre lentamente...
Quem não vira a mesa quando está infeliz no trabalho;
quem não arrisca o certo pelo incerto atrás de um sonho;
quem não se permite, uma vez na vida, fugir dos conselhos sensatos.
Morre lentamente...
Quem passa os dias queixando-se da má sorte ou da chuva incessante,
desistindo de um projeto antes de iniciá-lo,
não perguntando sobre um assunto que desconhece
e não respondendo quando lhe indagam o que sabe.
Evitemos a morte em doses suaves, recordando sempre que estar vivo exige um esforço muito maior do que o simples ato de respirar... Estejamos vivos, então!
(Pablo Neruda)
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Que em 2011 você viva intensamente
todos os momentos de sua vida,
tornando-os
únicos e
preciosos.

FELIZ ANO NOVO!!!
Beijos com carinho.
Lau, Carlos, Dani, Mimi e Nina (au, au)
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segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Nina - a yorkinha que nasceu pra ser feliz!

Quando Nina nos foi apresentada, vivíamos um momento muito triste e dolorido. A nossa cachorrinha Beauty, uma poodle carinhosamente chamada de Beau-Beau, havia nos deixado depois de 16 anos de muita alegria, carinho e gratidão. Ela foi a nossa pequena grande companheirinha, até que um câncer de mama a levou para sempre.
Mas esta história merece um post especial.

Veja que coisinha mais peludinha, fofinha e feliz.
Saudade da nossa Beau-Beau.


A história da Nina...
Eu estava testando o aplicativo "Smilebox" e resolvi contar como a nossa cachorrinha Nina, passou a fazer parte da "Família Bloco".

Uma cachorrinha na cestinha,
um potinho de ração e
uma cartinha...
Isso era o que a tia Luciana e tio Faustinho tinham em mãos quando chegaram 
em nossa casa de forma inesperada. Tudo o que queria essa cachorrinha,
ainda sem nome e sem rumo certo, era uma família que a amasse.
Foi assim que a pequena Nina entrou em nossas vidas.



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Por quê "Família Bloco"?



A expressão "Família Bloco" surgiu de forma espontânea numa conversa descontraída com as minhas irmãs, onde saboreávamos um sorvete maravilhoso na Sorveteria Elite de São José do Rio Preto, nossa querida cidade natal.

Mas esse não é o começo dessa história...
Era aniversário de meu sobrinho de dois aninhos em Barretos. Moramos em Minas e cada uma das nossas filhas estava em uma cidade. A vontade era tanta de “cantar os parabéns”, que resolvemos fazer uma “via sacra” e participar desse momento especial, junto com essa família que temos muito carinho. Ebaaa!
Começou então a viagem, cada um saindo de uma cidade: Uberlândia, Franca, São Paulo, Rio Preto e... finalmente Barretos. Ufa!!! Quando chegamos, a festa já estava rolando, mas aproveitamos até o último instante. Super valeu a pena.

Voltando agora para a sorveteria entre risadas, sorvete e um bom bate papo, minha irmã, admirada pelo fato da família toda ter se deslocado de cidades diferentes "apenas" para ir à uma festa de aniversário de criança, comentou que não imaginou que nossas filhotas também seriam envolvidas nesse desafio de sair de viagem num sábado à tarde para retornar no domingo no almoço. Foi aí que comentei que nossa família está sempre unida... como se fosse um "bloco".
Pronto!!! Nesse momento percebemos que a "Família Bloco" já estava institucionalizada. Só não tínhamos essa consciência.
Posteriormente analisando essa expressão, percebemos que ela tem tudo a ver com com a nossa família e que realmente representa a nossa essência.



"Família Bloco"...

Não existe nenhuma referência de "BLOCO" consistente e forte que não tenha em sua composição "materiais" de excelente qualidade e que consigam integrar-se de maneira harmônica, mas sempre respeitando a individualidade e as características de cada um.
Talvez esse seja um dos grandes segredos para tornar uma família comum em "Família Bloco“. Isso mesmo, "Família Bloco". Onde um está os outros também estão. Pai, mãe, duas filhas e uma cachorrinha. Uma união que transcende a física. Às vezes a gente não os vê, mas todos eles estão lá sim. Todos juntinhos dentro dos corações de cada um.
A alegria, o carinho e o respeito que temos um pelo outro é o que nos torna unidos, sem perder a nossa identidade. Esse é o perfil da nossa família.

"Entender de gente é saber compartilhar os sonhos das pessoas."
Santangelo