segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Preparando os POTENCIAIS SUCESSORES nas empresas... e nas famílias.

De que forma os gestores das empresas estão preparando os seus potenciais sucessores? E nas famílias? Como os filhos estão sendo preparados para tornarem-se construtores de suas vidas?
Texto inspirado nas imagens inseridas ao final do post.

É com essa atenção e cuidado dos “personagens” das imagens, que os gestores deveriam preparar seus potenciais sucessores nas empresas.

Fala-se muito da “Geração Y”, uma galera conectada, com elevado senso de urgência e familiaridade com o mundo digital, que busca ascensão rápida, que valoriza a qualidade de vida... Com tantos bons requisitos, os jovens “Y” esbarram sempre no estigma de que são “pouco compromissados” com as empresas e imaturos emocionalmente para assumirem cargos de gestão. Mas independente de tudo o que falam ou deixam de falar, a Geração Y já representa 20% dos cargos de liderança, segundo a Pesquisa realizada pela Hay Group. É isso mesmo. A Geração Y subiu ao “pódio da hierarquia empresarial” e hoje comanda equipes com profissionais de Gerações anteriores à sua, com grandes experiências no mercado de trabalho.
Mas será que as empresas estão, de fato, preparando a sua nova geração de gestores para lidar, emocionalmente, com a diversidade de suas equipes, muitas vezes compostas por 3 gerações - Baby Boomers, X e Y, com características e valores distintos?
É natural o desenvolvimento intelectual e emocional das pessoas na medida em que vivenciam novas experiências. Mas se elas tiverem um “tutor empresarial” preparado para orientá-las, sem dúvida a relação interpessoal entre as Gerações será fortalecida e o tempo para transmissão de know-how reduzido.

Da mesma forma que orientamos e cuidamos dos nossos filhos para que eles cresçam pessoas tranquilas, felizes e conscientes, por que esse mesmo “cuidado”, geralmente não é dedicado aos colaboradores? Essa atenção-orientada contribui de forma significativa para o amadurecimento profissional dos colaboradores que acabam se relacionando melhor com os diferentes tipos de pessoas, por sentirem-se mais seguros no momento de tomar decisões e preparados para assumirem os riscos calculados.

A competição velada que normalmente existe entre os colaboradores de uma mesma empresa, acontece porque um percebe o outro como concorrente direto. É puro receio de compartilhar conhecimento com um colega e este acabar tendo um desempenho superior ao seu e receber uma promoção interna que poderia ser sua. Essa insegurança que promove uma concorrência interna acirrada, fica mais forte e visível entre as Gerações.
Enquanto a atenção estiver voltada para medir a força de cada Geração, como se tivesse que ter um campeão nessa “luta de braço de ferro”, os negócios e as relações interpessoais, ficarão às margens das suas potencialidades e da riqueza que se tem, quando somamos as habilidades e competências de cada colaborador, independente de sua Geração.

A relação deve ser sempre de respeito... “Respeito às pessoas”.

No ambiente familiar é a mesma coisa.
O importante é respeitar as pessoas, estejam elas no papel de pais ou de filhos. Ensinar os filhos a respeitarem os “mais velhos”, deixa uma lacuna na forma de lidar com as relações interpessoais. Quando se tem respeito pelas pessoas mais velhas e mais novas, o ato de ouvir, de cuidar, de contribuir, de compartilhar, de incentivar, de fazer a diferença para aquelas pessoas de seu convívio, passa a ser o “drive principal”, ou seja, o foco essencial de qualquer relação.
Como exemplo tangível do mundo atual, são os filhos ensinando ou dando diversas dicas aos pais quando o assunto é internet: redes sociais virtuais, games, apps etc.

Ninguém sabe tudo. A vida é muito dinâmica e a tecnologia cada vez mais encurta a curva de aprendizagem, acelerando o processo de conhecimento. Dependendo do assunto, sempre existirá uma Geração, seja ela BB, X ou Y, mais familiarizada com o tema e, portanto, mais adequada para “ensinar” às outras Gerações.

A vida é um aprender constante.
Os jovens aprendem e os adultos reaprendem a aprender. E para isso é preciso estar com a mente aberta e ter atitude!

Quando alcançamos essa maturidade emocional, e aqui não estou falando de anos de vida acumulados, mas do quanto cada um investiu em si mesmo como SER HUMANO, podemos imaginar as imagens abaixo entre a chimpanzé de 2 anos "Do Do" e o filhotinho de tigre de 2 meses “Aorn”, acontecendo naturalmente entre nós “seres humanos racionais”.

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Curta essas imagens de um amor incondicional, onde a preocupação é o aqui e agora!
Gosto de imaginar que a atitude da chimpanzé
"Do Do”, 
possa ser traduzida por este pensamento:

“Hoje, eu posso fazer a diferença na vida deste serzinho. Não importam as nossas diferenças, nem as possibilidades dele vir a ser mais forte do que eu no futuro. Se eu não fizer nada no seu presente, o seu futuro poderá não existir. E na ausência dele, perde-se a oportunidade de se ter um bom gestor, um bom filho, um bom amigo... Enfim, alguém que poderá, futuramente, fazer a diferença na vida de outros seres e por que não, na minha vida também?”

Imagem retirada do site: www.bemlegaus.com

É com esta perspectiva e expectativa que as EMPRESAS e as FAMÍLIAS deveriam INVESTIR NO DESENVOLVIMENTO de seus POTENCIAIS SUCESSORES, sejam eles EMPRESARIAIS ou FAMILIARES.

Imagens retiradas do site: www.bemlegaus.com


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segunda-feira, 6 de junho de 2011

O que as Redes Sociais têm em comum com os "Vizinhos à moda antiga"?



Na semana passada pude conferir de perto que as redes sociais cumprem sim, e muito bem, o papel dos nossos "vizinhos de casa à moda antiga".
Minha vizinha passou por momentos de aflição, desespero e medo, quando Greg resolveu sair de casa, de uma hora para outra. Ela não conseguia imaginar a sua vida sem Greg, que sempre foi muito fiel, amigo e companheiro. Até aquele dia ele nunca havia reclamado de nada.
Então, como ele pode sumir da vida dela num piscar de olhos?? Já estava acostumada com a sua companhia e a rotina do dia: preparar a comida, arrumar a cama, fazer carinhos e cafunés que ele sempre gostou de receber, além dos passeios diários pelo bairro em que moram. Quando soube que o Greg tinha ido embora, fiquei preocupada só de imaginar que isso poderia ter acontecido na minha família.


Imagine se o Greg, um pequeno cachorrinho da raça Yorkshire, que sempre teve todos os mimos em sua casa, poderia sobreviver sozinho na rua, enfrentar o desafio de atravessar as ruas sem ser atropelado, de fugir daqueles que pudessem maltratá-lo, de encontrar comida ou até mesmo de alguém achá-lo bonitinho e não devolvê-lo mais ao seu dono? 
Nós também temos uma yorkshire, a Nina, que é a alegria de casa e faz parte da família. Pensar que poderia ter sido com ela... e saber que o Greg é o nosso vizinho, imediatamente nos colocamos à disposição para ajudar a encontrar o fujão do Greg.


Pedi permissão da "vó" (dona) do Greg, para divulgar o seu telefone para os meus contatos do twitter. Não tenho tantos contatos, mas pensei logo em alguns deles que poderiam fazer uma grande diferença. E foi isso mesmo que eles fizeram. Num piscar de olhos, a mensagem direcionada e enviada a quatro pessoas da minha rede já estavam sendo retuitadas de forma exponencial. Minutos depois, quando vi que o meu twitter estava "bombando" com as informações do Greg, não pude deixar de me emocionar, vendo todas aquelas pessoas que, mesmo sem conhecer o Greg, estavam colaborando no processo de busca do cachorrinho. Senti-me acolhida e ao mesmo tempo amparada pelos meus "vizinhos virtuais"Parecia que de uma hora para outra, o objetivo de encontrar o Greg tornou-se um desafio comum.


Lembrei-me dos "vizinhos à moda antiga" que, ao final do dia, colocavam as cadeiras em frente suas casas e se reuniam para bater papo, trocar receitas, ajudar uns aos outros... enfim, compartilhar as experiências de vida. Era mesmo uma comunidade... uma rede social, onde um se apoiava no outro, bem no estilo "um por todos, todos por um".


E o que são as famosas "Redes Sociais Virtuais", tão comentada hoje em dia?
São Redes Sociais com o mesmo conceito das que sempre existiram, mas com propagação mais ágil, com abrangência exponencial e com alto poder de influência no público pertencente às redes de contato.
Hoje o controle dessas redes não pertencem mais a uma pessoa ou empresa. Talvez esse seja um dos pontos de dúvida e insegurança que as redes sociais exercem sobre as organizações, que ainda pensam ou insistem em controlar tudo o que se fala de sua empresa. As redes sociais podem sim contribuir com o fortalecimento da imagem de uma marca tanto pelo lado positivo como negativo. O "lado" a ser reforçado dependerá, exclusivamente, das ações e atitudes de cada uma das empresas.


Fazendo uma reflexão mais aprofundada, não são as pessoas que decidem, aleatoriamente, falar bem ou mal das empresas. São as próprias empresas que dão "motivos" para "cair na boca do povo" ou "cair na rede".



A propósito do Greg, ele foi encontrado no dia seguinte e está feliz da vida com o retorno à sua família.
Foto do Yorkshire Greg


Nosso agradecimento, em especial, a quatro contatos do twitter que receberam o meu pedido de socorro e, imediatamente, tiveram a atitude e postura de "vizinhos à moda antiga".

@Uberlandia - @ClubedoPet - @Val_Medrado - @CeciliaCabral_
Sigo e indico (#FF)

Agradecemos também a todas as outras pessoas que participaram desta rede de vizinhos virtuais.
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segunda-feira, 30 de maio de 2011

STORYTELLING: Qual é o impacto de uma boa história?



Era uma vez...
Quase todas as historinhas que ouvimos quando crianças começavam dessa forma e, não importava o seu conteúdo, o final sempre era feliz... E viveram felizes para sempre.


Crescemos ouvindo e contando histórias, nos embalando em cada uma e imaginando que uma delas era ou poderia ser a nossa própria história de vida.
Qual é a criança que não quer ser o personagem principal da história? Que não quer ser o herói que salva as pessoas, que supera os desafios, que prende os bandidos, que é reconhecido e aplaudido por todos e que sempre encontra um final feliz?


Quando contamos histórias compartilhamos emoções, sentimentos, valores... É como se uma janela do nosso coração estivesse aberta para o mundo da imaginação e as pessoas que participam desse momento mágico, embarcam com a gente no mesmo sonho, tornando nosso vínculo mais estreito e fazendo-nos acreditar no impossível.


A emoção compartilhada nos conecta, automaticamente, com as pessoas envolvidas.
Achei mais fácil fazer uma representação gráfica sobre o que a "Contação de Histórias" - Storytelling, significa para nós e de que forma ela foi ocupando mais espaço no dia a dia da nossa família.


A imagem acima não tem nenhuma pretensão científica. Trata-se de uma experiência pessoal e da minha percepção sobre o impacto dos momentos de “Contação de Histórias” na contribuição do processo de aprendizagem das nossas filhas e do quanto essa prática tornou o nosso relacionamento mais estreito.


Da "Contação de Histórias" infantis à nova expressão corporativa do momento: STORYTELLING...
O que elas têm em comum?


É importante saber contar uma GRANDE história. Para que ela seja percebida dessa forma, é necessário que o “ouvinte” deixe a postura passiva de apenas ouvir a história para se identificar com um dos personagens desse enredo, tal qual nas histórias infantis. Fazer parte da história é sentir-se acolhido, reconhecido, incluído... valorizado!!! E é nesse ponto que as organizações têm a oportunidade de envolver e trazer para mais perto dos seus negócios, os clientes, que passam a ter uma relação mais "intimista" com as empresas.

Com a presença das redes sociais em nossa vida, o ato de dialogar cada vez mais torna-se importante no mundo virtual, onde as pessoas curtem compartilhar com sua rede de amigos, suas ideias, conquistas e histórias de vida. Apesar do espaço ser virtual, o fato de estarem permanentemente conectados com o seu mundo, o diálogo cumpre a função dos encontros pessoais, com a nítida percepção de proximidade, de não estar só.


Trecho de uma matéria da EXAME:
“Cada vez mais empresas descobrem que contar boas histórias – um novo conceito conhecido como Storytelling – ajuda a vender conceitos e motivar funcionários.” 
Caso queira ler o artigo completo, clique aqui.



As histórias tornam mais fáceis a venda de uma idéia, produto ou conceito, tanto para o público externo quanto interno das empresas. A ideia de um enredo com heróis e mitos, ajuda a desmistificar as complexidades dos assuntos e estratégias empresariais, ao mesmo tempo em que promove um clima de magia e estimula os envolvidos a embarcarem na história. 

Nossos ancestrais já utilizavam a "contação de histórias" para transmitir seus conhecimentos, crenças, cultura e valores para seus povos, passados de geração em geração. Storytelling é uma forma "repaginada" de se fazer comunicação.

O grande desafio é criar storytelling capaz de apresentar pontos de congruência com o estilo de vida de seu público em potencial. Quando isso acontece, todo o enredo da história que carrega os atributos, benefícios, conceitos, estratégias do produto ou empresa, passa a fazer sentido.


STORYTELLING:
É um novo jeito de fazer comunicação...
à moda antiga. 

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domingo, 15 de maio de 2011

Pequenas atitudes fortalecem os vínculos afetivos

Homenagem ao Dia Internacional da Família - 15 de maio.
Foto by Léla Santangelo (família incompleta) 2011

O fato das pessoas de uma mesma família se ver todos os dias não significa que são “próximos” uns dos outros. A proximidade tem a ver com afinidade e empatia. Para desenvolver essa relação de respeito, confiança e amizade, o relacionamento diário deve ser cuidadosamente trabalhado.
Não existe mágica!
O que existe é a vontade de ser feliz e fazer da sua presença na vida das pessoas, um momento de alegria e crescimento mútuo, fortalecendo os laços de amizade e cumplicidade. É reconquistar a cada dia, algo que já fora conquistado um dia.
Não basta apenas “gostar” das pessoas, sejam elas parentes de sangue ou não. É necessário construir vínculos ao longo da nossa existência.
São eles que nos fortalecem nos momentos em que estamos mais frágeis e são eles também que nos proporcionam motivos para sorrir das pequenas coisas, curtir mais a vida, desenvolver a sensibilidade ao apreciar a natureza, ouvir com atenção as mensagens do nosso coração, colocar lentes no olhar para suavizar os julgamentos precipitados, ter humildade para perdoar as pessoas, estimular a capacidade de ver o lado bom das situações, exercitar a habilidade de sorrir... Simplesmente sorrir para a vida.
Não acredito em receitas prontas de como viver melhor. Cada um tem a sua experiência de vida e sabe discernir o que está legal e o que deve ou pode ser melhorado.
O post “Histórias de Família” comenta que a mudança interior está na “mão”. Isso é fato porque os resultados que alcançamos dependem de nossas atitudes, de nossos valores e do quanto investimos no relacionamento familiar para manter ou não a união da família.
Compartilhamos aqui 10 atitudes que podem fazer a diferença entre ter uma família e pertencer a uma família unida e feliz.
O número 10 é apenas um reforço para destacar que qualquer mudança de atitude em nossa vida, depende exclusivamente de cada um de nós, ela está em nossas mãos. É uma decisão que cabe a nós tomá-la. Não vamos deixá-la escorrer por entre os nossos 10 dedos das mãos.
1. Você como exemplo
Tudo começa aqui. As suas atitudes definem se você será admirado pela sua família. Quando isso ocorre, ganhamos credibilidade e consequentemente o vínculo afetivo se torna mais forte. Às vezes quando os filhos ainda são pequenos podem não entender algumas atitudes dos pais, porque é claro que, aqueles pais que deixam seus filhos fazerem de tudo sem nenhum limite, até um determinado tempo da vida pode parecer que eles é que são bacanas. Mas com o passar dos anos, os próprios filhos reconhecem que se tivessem limites teriam se tornado pessoas melhores. Ser exemplo não é querer agradar os outros o tempo todo. Nossos filhos são, em parte, o nosso espelho.

“Não existe nada melhor do que saber que Dani e Mimi, hoje adultas, são as nossas maiores amigas. Tem pais que confundem o papel de “pais” com o de “amigos”. Quando são pequenos, precisamos ser pais para que no futuro possamos ser amigos. Amamos vocês Florzinhas alegres e perfumadas”
2. Assuma seus erros
Como não existe ninguém perfeito, errar faz parte do aprendizado. Mas só aprende quem tem a humildade de reconhecer que “pisou na bola” e em seguida não ter vergonha de pedir desculpas, mesmo que seja para alguém mais novo que você, como por exemplo, um(a) filho(a). Esse comportamento cria um ambiente de confiança e gera expectativa no outro de que uma mudança está por vir, porque esse erro talvez não se repita mais.
“Quando Dani e Mimi tinham por volta dos 2 e 4 anos e a gente chamava a atenção delas sem nenhum motivo justificável, lá vinha o nosso pedido de desculpas. Toda atitude inadequada merece a humildade de quem a praticou, reconhecendo o seu erro, independente da idade e da sua posição hierárquica familiar. Se o pai ou a mãe errou, deve se desculpar com seus filhos, sejam eles crianças ou adultos.”
3. Respeite as pessoas
Este é um bom exercício e “nadinha” fácil. Tudo aquilo que é diferente de nós ou do que acreditamos, existe a tendência de nos afastar e de rotular como algo ruim ou errado. Aceitar as diferenças é uma prática que deveria ser exercitada ainda na fase da infância, para ter mais chance de sucesso na vida adulta. Cada um tem o seu jeito de ser, o seu ritmo, a sua forma de perceber as coisas. Tentar entender os sentimentos dos outros e buscar uma forma de lidar com as diferenças, nos torna pessoas mais flexíveis, mais humanas e mais sociáveis.
“Entender de gente é saber compartilhar os sonhos das pessoas.” Santangelo
 4. Tenha senso de humor
Não leve a vida tão a sério. Se você pode conversar ou esclarecer melhor o mal entendido ou alguma coisa inadequada que o(a) filho(a) fez, ao invés de dar uma bronca, por que não colocar em prática essa atitude? Isso evita que a situação seja encarada como uma cobrança ou bronca desnecessária. Eu poderia até arriscar aqui, dizendo que em todos os momentos, uma conversa é bem mais eficaz do que discussão. O tom de voz também é um grande vilão nessas circunstâncias. Muitas vezes não é o que se fala que gera polêmica, mas sim a maneira como se expressa.
“Quando eu e minhas irmãs, as “5 inas”, éramos pequenas e papai e mamãe queriam tirar foto de nós chorando para fazer aqueles famosos quadros com diversas expressões da criança, era só papai dizer de forma ríspida “FEIA” que abríamos o maior berreiro. Com certeza não era porque ele “disse” a palavra feia, mas sim pela forma “como” ele a pronunciou.”
5. Crie momentos em família
Para fortalecer os laços familiares é importante promover atividades em conjunto, seja para jogar, comer, viajar, conversar... São pequenos momentos que fortalecem os relacionamentos entre pais, filhos, avós, tios e primos. Quando cultivamos esse hábito desde cedo, nossos filhos crescem e continuam a participar e curtir as atividades familiares.

 “Quando reunimos toda a família Santangelo, começando pela nossa Baixinha (mãezinha e vovinha), as 5 inas, o último dos moicanos” - Cacá, os agregados, os 9 netos, 1 bisneta e outro(a) ainda a caminho, é a maior festa. Quem não está acostumado pode achar que acabou de entrar em um grande mercadão. Todo mundo fala o tempo todo e na mesma hora, muita risada e latidos dos inúmeros peludinhos de 4 patas que sempre fizeram parte da nossa família, completam uma cena que sempre deixa saudade.”
6. Promova experiências
Nada como aprender fazendo. Crie brincadeiras diferentes, criativas, envolva as crianças com histórias onde elas mesmas podem ser os personagens. É principalmente nessa época que elas assimilam os valores de família, que estarão presentes em todos os momentos, e na vida adulta, serão os norteadores de suas decisões. As brincadeiras de criança bem orientadas contribuem com a formação do ser humano adulto mais consciente. O aprendizado deve ser constante e diversificado.
“O que eu ouço, eu esqueço. O que eu vejo, eu lembro. O que eu faço, eu entendo.” Confúcio

“Experiência é o que nunca faltou na vida das meninas. Desde as famosas gincanas na Chácara da Vovó Dinda com todos os primos, cursos de textura, música, dança, karatê, viagens, moradia no exterior, até o momento de sair de casa para estudar e trabalhar em outra cidade.”
7. Diálogo aberto
Como já dizia o saudoso Chacrinha: “Quem não comunica se trumbica”. E trumbica mesmo! O diálogo sempre foi a maneira mais simples e eficaz para esclarecer qualquer ponto obscuro de um relacionamento. É conversando é que a gente se entende.
“Quando Dani e Mimi eram pititicas, resolvi testar uma prática que aprendi com as “tias” da escolinha delas em Sampa. Apesar das meninas serem muito amigas e companheiras, é claro que tinha momento de briguinhas infantis. Um certo dia resolvi aplicar a experiência que consistia em pedir às meninas para irem até o quarto delas “pensar e conversar” sobre o ocorrido. Isso elas tinham entre 3 e 5 anos. Pois elas foram e depois de um tempo que elas mesmas acharam que era suficiente, retornaram à sala onde eu e meu marido estávamos para nos dar feedback. Eu estava curiosa e ao mesmo tempo querendo rir da situação por ver duas pititicas de mãos dadas dizendo que pensaram e conversaram a respeito do desentendimento e que não iriam mais brigar porque eram amigas e irmãzinhas. Achei super fofinhas. A partir de então, o diálogo sempre teve espaço em nossa vida.”
8. Esteja presente
“Eu estarei sempre ao seu lado. Seja qual for a sua decisão, conte comigo.” Essas frases ajudam a transmitir segurança para os filhos. Crianças seguras tornam-se adultos felizes e tranquilos. Crie um ambiente amistoso para que os filhos sintam que têm abertura para discutir qualquer tipo de assunto. Dê apoio a eles e segurança no momento de tomarem decisões.
“Sempre incentivamos as meninas a tomarem a sua própria decisão, desde quando pequenas. Quando retornamos de São Paulo para Uberlândia, Mimi havia completado 6 anos e ia para a 1ª série fundamental. Só que em Uberlândia nenhum colégio aceitava crianças com menos de 7 anos, com exceção de um, mas que não era o colégio que Dani iria estudar. Todos sugeriram que ela fizesse novamente o pré-primário. Mimi entendia que isso significava “repetir de ano”. Ela queria muito estudar no mesmo colégio que Dani, porém tinha que fazer o pré. Se estudasse no outro, faria a 1ª série. Chorando... ela decidiu que não queria mesmo repetir de ano e tomou a primeira grande decisão de sua vida aos 6 anos de idade: foi para a 1ª série.”
9. Celebre a vida em família
Promover momentos com todos da família é sempre uma forma de fortalecer os laços entre as diferentes gerações, seja dos baby boomers, geração X, Y ou Z.
“Desde quando nossas filhas e sobrinhos eram pequenos, eram incentivados a promover atividades de integração. As datas comemorativas sempre foram momentos de festa, emoção, brincadeira, muita risada e orgulho de todos os pais, tios e avós, quando assistiam orgulhosos os teatrinhos e apresentações culturais que os nove netos promoviam na famosa Chácara da Vovó Dinda. Até hoje esses momentos são relembrados com carinho por todos.”
10. Expresse o seu amor
Esta última dica de certa forma é consequência de todas as outras. Só quem se preocupa com suas atitudes e com os sentimentos do outro, é capaz de exercitar a arte de amar. A todo momento a palavra "amor" é pronunciada pelas pessoas. Às vezes com a força verdadeira desse sentimento e em outros momentos de forma leviana. O amor, seja ele fraterno, entre os casais ou entre amigos, estimula as pessoas a surpreenderem quem elas amam, com pequenos gestos de atenção.

“Sempre tivemos o hábito de explicitar o nosso amor por nossas Florzinhas, também em forma de bilhetinhos e cartões personalizados desde que eram pequeninas. Hoje são elas que nos surpreendem com suas artes cheias de amor, emoção, carinho e muita criatividade.”
Mensagem Dia das Mães feito por Dani e Mimi. 2011

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Como tudo isso tem ligação com as empresas?

É só transportar os acontecimentos para o ambiente corporativo.
A construção e gestão de um núcleo familiar são semelhantes aos das empresas.

Muito se comenta que o ambiente profissional está cada vez mais consumindo as pessoas, que por sua vez, mostram-se insatisfeitas com suas atividades profissionais, com o relacionamento complicado com os seus líderes, com o ambiente corporativo estressante entre muitas outras reclamações.

Por que parece ser tão difícil aplicar essas 10 dicas no ambiente empresarial?
Será que algumas pessoas que hoje estão no comando das empresas não tiveram a oportunidade de ter uma estrutura familiar estável? O que você pensa sobre isso?
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domingo, 24 de abril de 2011

Mudanças nas empresas, transformações na vida...



MUDANÇAS são possibilidades para ABRIR
NOVAS JANELAS de OPORTUNIDADES.

A vida é uma constante evolução. Aceitando ou não as mudanças, elas estarão sempre presentes em nosso dia a dia. São elas que promovem o nosso aprendizado e crescimento. Exercitar a habilidade de pensar e agir diferente do padrão atual, é que nos torna mais flexíveis, com alta capacidade de adaptação e consequentemente seres humanos mais felizes e realizados.
Em uma época de grandes mudanças no perfil comportamental das pessoas, nas diferentes formas de se relacionar e de fazer negócios, é importante libertar-se das amarras do “eu já sei como se faz” para “será que posso fazer o que sempre fiz, de forma diferente e mais atrativa”?

A transformação é um processo de aceitação da mudança provocada pelo inconformismo da mesmice, da busca constante pelo novo, do desafio de gerar novos e melhores resultados.

A INOVAÇÃO acontece somente quando aceitamos a MUDANÇA como elemento essencial para abrir NOVAS JANELAS de OPORTUNIDADES.

São sempre temas de debates e estudos de caso, as empresas que têm como prática diária o estímulo do pensamento questionador de todos os seus colaboradores, começando pela inquietação de seu corpo diretivo que, além de servir como exemplo corporativo, promove um ambiente criativo e inovador em toda a organização.
Esse é um dos primeiros passos para uma empresa direcionar o seu foco para o futuro. Não para um futuro longínquo, onde as ideias e pensamentos se tornam quase uma utopia, algo distante da realização.

O futuro tem que ser plausível de realização, senão ele não passa de planos e mais planos que nunca saem do papel. Diga-se de passagem, que devem ter muitas empresas que estão com suas gavetas cheias de planos acumulados pelos seus líderes que os engavetaram pensando em revisitá-los em outro momento, mas que, provavelmente, nunca acontecerá.

O planejamento é sem dúvida importante, mas é a sua realização que move as empresas e consolida resultados. O crescimento pessoal ou profissional está diretamente relacionado à capacidade que as pessoas têm de se renovar, de se reinventar e de transformar seus padrões ultrapassados em novas atitudes alinhadas com o tempo atual, em busca de novas soluções mais consistentes e inovadoras.

O desafio não é preparar-se para a mudança.
É torná-la parte intrínseca da nossa existência.

É tempo de renovação, de transformação...
Que o poder dessas duas palavrinhas esteja sempre presente em sua vida.



Esse é o desejo da Família Bloco que procura investir, constantemente, na renovação e transformação da vida.
Nada é para sempre... Tudo muda o tempo todo...

Então, cada dia é uma nova oportunidade para reconquistar tudo o que um dia já foi conquistado.


Nada como a Páscoa para representar tão  fortemente o espírito da renovação. 

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quarta-feira, 6 de abril de 2011

Histórias de Família: passaporte para ser admitido nas empresas.



“As pessoas são contratadas pelas suas habilidades técnicas,
mas são demitidas pelo seu comportamento atitudinal.”
Essa é uma frase que cada vez mais ouvimos falar no ambiente profissional.
É muito mais fácil para uma pessoa que não tem determinado conhecimento técnico fazer um curso e em seguida colocar em prática o que aprendeu, do que a outra que precisa mudar comportamentos. Esse é um desafio que exige um olhar reflexivo para o interior de si mesmo. O processo de mudança não é simples, mas está ao alcance de todos. Ele está, analogicamente, “nas mãos” de cada um de nós:



O nosso COMPORTAMENTO tem a ver com a forma como fomos educados, com as nossas referências de certo e errado, com o significado que damos para palavras como respeito - pessoas - relacionamento, com os paradigmas adquiridos ao longo dos anos... Tem a ver com a NOSSA HISTÓRIA de vida.

Enquanto o comportamento é traduzido pelo que fazemos,
o caráter define o que somos.



Considerando basicamente dois aspectos: que a essência das pessoas vem da sua história de vida, e que geralmente as pessoas acabam sendo demitidas das empresas em função de suas atitudes e comportamentos e não de suas habilidades técnicas, é que eu questiono...
As metodologias utilizadas nos processos de contratação são adequadas
e eficientes para os dias atuais? Qual é o seu grau efetivo de contribuição?


E se os PROCESSOS DE SELEÇÃO disponibilizassem um tempo
para conhecer, de fato, a HISTÓRIA DE VIDA do candidato?





As empresas precisam se adaptar a nova realidade de comportamento das pessoas, a evolução do mercado, a configuração dos novos negócios, a forma de se relacionar e de se conectar com as pessoas, sejam elas o seu público interno ou externo.
Conhecer a “visão de mundo” de cada colaborador, entender como ele percebe a sua vida, a família, a empresa, a área, os colegas...
As pessoas atuam nas empresas a partir da visão de mundo que elas têm. Isso significa que o desempenho de suas atividades, os seus relacionamentos interpessoais, suas percepções de ética e valores e sua habilidade de encontrar soluções, são resultados dos fragmentos da sua HISTÓRIA DE VIDA e da sua capacidade de fazer conexões com outras realidades. Uma boa dica é a gente investir, continuamente, na ampliação da nossa visão de mundo.
Uma empresa só muda se as pessoas mudarem. E as pessoas só mudam se elas mudarem o seu padrão de pensamento e as suas atitudes.
“Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas, que já tem a forma do nosso corpo, e esquecer os nossos caminhos que nos levam sempre aos mesmos lugares. É o tempo da travessia: e, se não ousarmos fazê-la, teremos ficado, para sempre, à margem de nós mesmos.”
Fernando Pessoa

Será que não está passando da hora das corporações repensarem um novo modelo de avaliação dos seus candidatos a futuros profissionais de seus negócios?
Além as informações registradas no currículo, a HISTÓRIA DE VIDA do candidato poderia ser o seu passaporte para ser admitido nas empresas?
Fica aqui uma reflexão para todos nós, mas principalmente, para os gestores das empresas e das agências de recrutamento.
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Fragmentos da história de vida das nossas FLORZINHAS.

Desde o momento em que eu e meu marido resolvemos ter filhos decidimos que teríamos apenas duas crianças, independente do sexo. Decidimos também que elas seriam educadas com amor, carinho e respeito, e que o nosso grande desafio seria formar pessoas de “alma boa” e acima de tudo... Felizes!
Alguns exemplos da nossa maneira de ser com nossas kidetinhas, desde a fase em que elas eram pititicas e andavam como “patinhos”. São vários os conceitos e valores praticados: compartilhar, criar soluções sob pressão, respeito pelas pessoas, assumir os erros, planejamento, organização, relacionamento interpessoal, flexibilidade, reconhecimento...



Compartilhar: Dani - a nossa filhotinha mais velha, nunca saboreou o gostinho de ser filha única. O nosso receio dela se tornar egoísta e individualista era tão grande, que antes de sua irmãzinha nascer, ela era incentivada a compartilhar, tudo o que ganhava com o seu melhor amiguinho peludo - o nosso cachorrinho Pitu. Quando Mimi nasceu, ela não teve nenhum “xilique”, ciúmes ou qualquer outro tipo de problema.

Sob pressão: quando as nossas Florzinhas começavam a nos enrolar para realizar alguma atividade rotineira como por exemplo tomar banho, depois de muita paciência a gente "apelava" e dizia: vou contar até três! Aí, não dava outra... Elas já sabendo que haviam extrapolado o tempo normal de enrolação, deixavam a preguiça de lado e no vapt vupt, resolviam rapidinho, o que poderiam ter feito com mais tranquilidade.

Respeito pelas pessoas: sempre questionamos quando ouvimos pais dizendo aos filhos que eles precisavam respeitar os mais velhos. Dani e Mimi foram orientadas a respeitarem as pessoas pelo ser humano que são, e não apenas porque são mais velhos. Os mais novos também precisam e merecem ser respeitados.

Assumir os erros: Quando um de nós ficava bravo com as meninas por alguma coisa que não justificava essa postura, lá vinha o nosso pedido de desculpas. É dessa forma que agimos desde quando elas tinham entre 2 e 4 anos. Toda atitude inadequada merece a humildade de quem a praticou, reconhecendo o seu erro, independente da idade e da sua posição hierárquica familiar. Se o pai ou a mãe errou, deve se desculpar com seus filhos, sejam eles crianças ou adultos.

Planejamento e organização: Dani e Mimi iniciaram o aprendizado de “como arrumar uma mala para viagem” quando estavam com 5 e 3 anos. Explicava quantos dias ficaríamos fora, se o clima estaria quente ou frio e quantas roupinhas, em média, elas usariam em cada dia, dependendo da programação das atividades previstas para a nossa viagem. Orientava-as para separar e colocar em cima da cama as roupinhas que gostariam de levar. Depois de uma avaliação geral a gente selecionava o que de fato iria para dentro da mala. Esse era o combinado.
Depois de um tempo eu retornava ao quarto para ver como tinham se saído nesse novo desafio e aff... Quase caia dura pra trás quando eu via praticamente todas as roupas do armário, dobradinhas em cima da cama.
No começo, o trabalho era muito maior do que se eu mesma fizesse as malas. Mas como elas iriam aprender se não praticassem?
Com paciência, amor, carinho, respeito e compromisso com a formação dos nossos filhos, é possível educá-los para serem cidadãos conscientes, éticos, felizes e “do bem”.

"Invista na construção da HISTÓRIA DE VIDA de seus filhos para que no futuro ela possa ser o passaporte para ele assumir novos desafios profissionais e pessoais."

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quinta-feira, 31 de março de 2011

Hora do Cafezinho: estimula fofoca ou relacionamento?


O CAFEZINHO quando compartilhado e saboreado por um grupo de pessoas TEM PODER!
Mas são as SUAS ATITUDES que irão dar o SABOR...
Quando se trata de reunir um grupo de pessoas para um bate papo, todo bom brasileiro sempre dá um jeitinho de garantir que esse encontro seja regado a “comes e bebes”. Com a correria da vida, é muito mais prático marcar um almoço ou jantar em algum restaurante simpático e agradável, do que elaborar todos os preparativos em casa.
O fato é que desejamos sim estar com os amigos, mas não queremos colecionar mais horinhas extras de trabalho. A não ser que elas façam parte da programação, como é a proposta do conceito de um novo espaço que está caindo no gosto das pessoas - o “espaço gourmet” nas residências, onde amigos se reúnem para preparar alguns pratos entre conversa, tempero e mão na massa.
Esse é um espaço que em pouco tempo esperamos inaugurar em casa. Mas, enquanto isso...
Descobrimos um jeitinho especial para estar com os amigos e
fortalecer o relacionamento de uma maneira bem descontraída.
O primeiro ponto considerado, é que somos uma família um tanto quanto caseira que gosta de curtir bons momentos com os amigos, compartilhar ideias, dar boas gargalhadas... Ter tempo para sonhar juntos. E o segundo é que, mesmo com a vida agitada e cheia de compromissos, quem não consegue um espaçozinho na agenda para tomar um cafezinho? Partindo desse princípio, criamos o “Café com a Família Bloco” que é a forma que encontramos para fortalecer nossos laços de amizade.
Toda semana recebemos alguns amigos em casa para saborear um delicioso café da tarde e curtir momentos recheados de boas conversas, risadas e sonhos compartilhados em um ambiente alegre e familiar. São sempre pequenos grupo para possibilitar um relacionamento mais estreito.
É incrível o poder que tem esse nosso cafezinho!!!
Ao final do nosso encontro, a sensação de ter passado bons momentos com pessoas especiais e que a gente ama, não tem preço.  Fica sempre um gostinho de “quero mais”.

E onde entra o cafezinho nas empresas?
Quando decidimos fazer uma pausa para tomar um cafezinho, parece que o cansaço e o estresse ficam grudados na cadeira enquanto a pessoa, já com um astral mais leve, se dirige para a cantina, a cozinha ou para qualquer outro espaço que permita o seu encontro com os colegas. É o merecido e bem-vindo break no trabalho.Essa paradinha estratégica beneficia os neurônios, músculos e promove um bem estar pessoal. É um momento para relaxar, descontrair, recarregar as energias e, principalmente, estreitar relacionamentos.


Quantas conversas, boatos, fofocas e novidades rolam nesse lugar!
Claro que o gosto pela fofoca depende das pessoas e de suas atitudes.
Um encontro no cafezinho pode se transformar num “motim”. Mas se a empresa tiver um bom fluxo de comunicação interna, menor será o impacto dessas fofocas que abastecem a “rádio peão” e que tanto contaminam o clima organizacional. Nada como viver em um ambiente confiável, transparente e amistoso. Um lugar onde as pessoas compartilham um sentimento de “pertença”.
A hora do cafezinho nas empresas é uma boa oportunidade para ampliar networking, fortalecer relacionamentos, discutir novas ideias... Esse deveria ser um momento social.
Se o cafezinho tem tanto PODER, transforme-o em seu aliado e decida qual o sabor que você quer dar a ele. É a sua atitude que fará toda a diferença.
E aí, aceita um cafezinho?
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